INTERCÂMBIO: casa de família ou residência estudantil?

Vou fazer intercâmbio e não sei qual escolher!

Quando alguém pensa em fazer um intercâmbio e busca as informações gerais, sempre se depara com as opções de acomodação: casa de família ou residência estudantil?

Como pessoa que já fez e já vendeu intercâmbio, posso dizer que é muito relativo. Não dá simplesmente para você pensar ‘não quero ficar na casa de estranhos’. As duas opções possuem seus lados positivos e negativos.

Ficar em casa de família tem o benefício de você ser obrigado a praticar o idioma local o tempo todo. Isso é muito bom e proveitoso quando o seu intercâmbio envolve um curso de inglês, por exemplo. Costuma ser mais caro, pois na maioria das vezes você terá um quarto individual e café da manhã e jantar. Em alguns lugares e empresas, é possível mudar a opção da alimentação. Porém, vale muito a pena ficar em casa de família. Eles te ajudam a fazer o caminho da casa até a escola, mostram um pouco da vida local. Quando fui, fiquei em casa de família e não poderia ter escolhido melhor. Morro de saudades da minha família de San Francisco e converso com eles até hoje.

Foto: Estudantes e hostdad reunidos no churrasco do 4 de julho, em 2013. Arquivo Pessoal.

Também é importante lembrar que pode haver outros estudantes na casa. Onde eu estava, em San Francisco, eram em torno de 15 estudantes! A regra básica é não ter ninguém da mesma nacionalidade numa mesma casa, porém se isso acontecer é necessário lembrar que o idioma geral e oficial é o local. Lembre-se que você viajou para estudar e em muitos casos, aprender um novo idioma.

Penso que o lado negativo para a casa de família é o mesmo para residência estudantil, e para qualquer convivência em grupo. Você precisa dividir o banheiro, conviver pacificamente com outros moradores, ou até com aqueles que você vai dividir o quarto.

No caso da residência estudantil, em alguns lugares você precisa ter mais de 18 ou 21 anos para se hospedar, não envolve nenhuma opção de alimentação, e claro, fica mais caro quando você pede um quarto individual com banheiro privativo. Indicamos esta opção quando o estudante é mais independente ou mais velho.

Na casa de família ninguém vai te obrigar a voltar tal hora. As famílias passam por uma seleção e um treinamento por parte das escolas (são as escolas que indicam as famílias para os alunos), portanto não será um internato ou um quartel. As regras vão existir, como em qualquer ambiente de convívio, e você deverá respeitá-las. Geralmente você precisa entrar em contato com a família dias antes de embarcar. Esse momento é legal pra quebrar o gelo inicial e já ir conhecendo as pessoas com quem você vai morar. Uma dica legal é levar lembrancinhas do seu país de origem: os gringos adoram! Por exemplo, quando fui levei Sonho de Valsa, eles gostam muito e não vende nos Estados Unidos.

Como custo benefício, ficar em casa de família é mais caro, mas eu particularmente acredito que envolve mais a rotina de um local, e você aprende muito mais quando está ali, vivendo in loco.

E você, já fez intercâmbio? Escolheu casa de família ou residência estudantil? Conta pra gente  e se tiver qualquer dúvida, por mandar para livreembarque@gmail.com

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A importância da educação internacional na carreira

Especialista em carreira e educação internacional dá dicas de como enriquecer o curriculum

Ter uma vivência internacional é dar um salto na carreira profissional. Para atar os cintos e subir no avião rumo a essa experiência é preciso planejamento e suporte especializado para que essa experiência seja produtiva e agregue valor ao candidato.

O primeiro passo para essa realização é definir claramente o objetivo da viagem, seja para aprender um idioma ou obter uma qualificação de nível superior, o aluno que investe na carreira precisa se planejar com no mínimo três meses de antecedência: “quanto maior a duração da experiência de educação no exterior, maior a antecedência e reserva financeira” isso porque alguns programa no exterior tem exigência de comprovação de renda, nível mínimo de idioma ou vínculo com o Brasil, “seja qual fora a escolha do estudante, é essencial que o investimento de tempo e dinheiro seja recompensado com a valorização no currículo”.

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O investimento em educação internacional cresce anualmente, seja por conta da falta de estabilidade na economia brasileira ou pelo aumento de exigências das empresas. O conselho para quem está empregado e quer evoluir na carreira é optar por programas onde a duração seja acordada com a empresa que trabalha, assim mantém a vaga atual, mesmo que essa mude após o período de qualificação.

Se a opção do aluno for cursar em uma instituição de nível superior, vale analisar se a validação do diploma pelo Ministério de Educação e Cultua (MEC) fará alguma diferença na profissão que atua no mercado.

Para ingressar em faculdades ou universidades as exigências variam bastante, o mais comum é apresentar um teste de proficiência e histórico escolar. E se for o caso de uma graduação de nível mais alto é comum que o estudante precise fazer um curso preparatório no país de destino, antes de entrar na universidade, esse programa é chamado “pathway” e garante a entrada em diversas universidades renomadas.

Eleger o curso e obter o máximo de informações sobre as instituições e os programas que elas oferecem. Em seguida, para escolher o destino, deve-se levar em consideração os benefícios e a qualidade do ensino, além das características que a cidade escolhida tem para contribuir na evolução do profissional. Neste caso, é importante conhecer a cultura do país e o reconhecimento que o curso terá para a carreira em seu país de origem.

Já a duração está diretamente ligada à disponibilidade de tempo e recursos financeiro do viajante, portanto uma duração menor nem sempre resultará no objetivo do viajante. O ideal é fazer um planejamento de pelo menos seis meses, dimensionando o tempo e a reserva financeira.

Atualmente, Marcelo Melo é sócio da rede de franquias IE, que é pioneira no Brasil em intercâmbios de trabalho, Diretor Financeiro da Associação de agências de intercâmbio (Belta) e sócio fundador do projeto internacional Like a Bird, que realiza programas de curta duração que unem a educação e a carreira.

Sobre a IE:

A IE é uma das maiores redes de intercâmbio cultural do Brasil, com agências de norte a sul do país. Especialista em intercâmbio de estudo, trabalho ou universidades no exterior é uma das empresas mais reconhecidas e tradicionais do segmento. Do ensino médio aos programas universitários, a IE oferece intercâmbios para todas as idades e principais destinos no mundo. Trabalha com cursos de Idiomas, Intercâmbio de Férias Teen, High School, Intercâmbio de Estudo e Trabalho e Work Experience para mais de 50 destinos.

Site: www.ie.com.br


Texto via: Rojas Comunicação

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Tudo o que rolou no Salão do Estudante 2016

Este ano o Livre Embarque juntamente com o Viajei, Viciei, esteve no primeiro dia do Salão do Estudante, em São Paulo.

Com filas imensas já nas ruas próximas do local, a feira de cursos e oportunidades no exterior foi um sucesso! Uma gama de países, escolas e agências marcou presença, com seus representantes prontos para explicarem tudo que qualquer um perguntasse para tirar as dúvidas e finalmente embarcar para realizar um sonho!

No geral, era possível encontrar cursos com duração de um mês, cursos mais longos, high school em vários países, universidades e cursos profissionalizantes. Uma opção que não é nova mas está em alta são os cursos para pessoas com mais de 30 anos ou mais de 50. Os destinos mais procurados para este tipo de perfil são Malta e Chicago.

Quem pode conferir a feira de perto viu o enorme stand da Bil Intercâmbios e Turismo, com vários cursos e opções de férias para o público teen, incluindo também o High School para aqueles que queiram cursar o colegial fora do país, além dos cursos de férias com guias. Vale a pena entrar em contato! Você pode falar com eles acessando o site oficial.

Também era notável a imensa procura para Irlanda e Austrália, como o stand do pessoal da E-Dublin, que levou uma experiência de realidade virtual para a feira onde o participante poderia visualizar Dublin como se estivesse por lá! Ou quando o assunto era realmente estudar e trabalhar no exterior, a SEDA College também explicou tudo sobre as leis e condições da Irlanda, com ótimas opções para quem quer estudar sem gastar muito.

Já quando o assunto é Austrália, a Hello Study te conta tudo sobre esse país incrível como alta qualidade de vida! Mas não é só isso, eles também oferecem opções na Inglaterra, Canadá e Estados Unidos.

Argentina, Finlândia, Dinamarca e Portugal também são destinos que agora possuem procura para a experiência do intercâmbio. Portugal inclusive aceita a nota do ENEM em determinadas instituições e você pode trabalhar! Tá muito mais fácil estudar fora agora!

O evento acontece agora no Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Salvador.

Você pode conferir todas as empresas que participaram do evento através do site oficial do Salão do Estudante, ou até através do Viva Mundo, onde você encontra milhares de cursos, promoções e escolas, da forma como você preferir.

Agende seu intercâmbio, arrume as malas e embarque! 🙂

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