Tudo sobre Holambra, São Paulo

Quem acompanhou as redes sociais viu que estive recentemente (16) em Holambra, interior de São Paulo. Era um desejo da família irmos pra lá, portanto fomos eu e meus pais conhecer a Holanda Brasileira.

Para valores de ingressos, você pode saber mais clicando aqui.

Se tem uma coisa que não sabemos lidar é com a expectativa, e neste caso estava bem alta. Talvez por isso a satisfação tenha sido um tanto quanto baixa. Holambra, mais precisamente a Expoflora, é extremamente comercial. Tudo remete a marcas como Ypê e compras. Esperávamos algo mais natureza, mas enfim. Aproveitamos bastante o passeio.

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Em geral, é sempre muito cheio. Tem que ter paciência e aproveitar. O local é todo no estilo da Holanda, tanto nas cores, quanto nas lojas. A parte de alimentação também é praticamente toda Holandesa. O cheiro do salsichão Holandês é sentido por toda a Expoflora.

Existe sim um local onde você pode ver as plantações de flores, e o passeio custa R$20/pessoa. Também é possível comprar plantas e rosas. Além disso, há diversas exposições de paisagismo com arranjos florais. Além, claro, das flores que você vê pelo caminho. Na questão de souvenir, todos os mimos que vi em Amsterdã, também vi em Holambra.

Desde os tamancos, passando por camisetas até os moinhos de vento. Aliás, tem uma árvore só de tamancos! Também há opção para as crianças. Lá no final tem um parque de diversões, com roda gigante, barco viking, entre tantos outro brinquedos!! Neste mesmo espaço, às 16:30 ocorre a Chuva de Pétalas e também uma parada, com bandinha e vários arranjos lindos!

O que achei bem curioso foi na parte do paisagismo. Além de lindos arranjos, também vimos flores coloridas e pretas! E finalmente tive a oportunidade de ver uma planta carnívora.

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Quase totalmente frustrados

Dar dicas de lugares pra sair em São Paulo pode colocar a pessoa numa tremenda furada. Tanto para quem dá a dica, quanto para quem acata. A experiência de comer é muito particular, além disso a regularidade dos restaurantes em São Paulo é lastimável… Em poucos estabelecimentos pode-se dizer que não só a comida, mas o atendimento e eficiência vão ser como da última vez.

Pois bem, acatei a dica da revista Veja SP e fui conhecer um restaurante chamado Almodovar, na Rua dos Pinheiros na zona oeste. Chegamos domingo por volta das 13:30, a casa estava cheia, mas ainda havia mesas desocupadas. Fomos conduzidos até o lugar e esperamos vinte, repito VINTE minutos sem ninguém passar pela nossa mesa para entregar o cardápio. Nunca na minha vida eu havia feito isso. Levantei e fui embora. Extremamente chateada porque eu torço tanto pela gastronomia paulistana… Faço propaganda e divulgo para quem eu puder tudo o que gosto. Mas neste caso não tinha como. Saímos de lá totalmente frustrados.

A Rua dos Pinheiros é cheia de restaurantes. Depois dessa decepção eu queria um tiro certo. Decidimos entrar no Le Jazz que nunca decepciona. Já estive na unidade dos jardins e achei a comida, atendimento e ambiente muito parecidos.

Agora vamos finalmente a parte boa: de entrada uma grata surpresa! Lulas a carbonara. Com bacon picadinho e uma linda gema por cima. Acompanhado de uma fatia de pão para molhar no caldinho. Huuumm.

Meu prato principal foi um clássico do qual sou fã: filet au poivre (com muita pimenta verde do jeito que gosto). Ponto da carne perfeito! Muitas batatas fritas lindamente acompanhando o filet e espinafres.

Pedimos uma sugestão para o garçom de sobremesa e ele nos indicou uma torta de chocolate. Gente do céu, fiquei super irritada por ter que dividir com meu noivo!!! Estava divina.

Para fechar com chave de ouro um cafezinho de responsabilidade da Isabela Raposeiras, simplesmente a melhor barista do Brasil.

 

Às vezes as coisas não saem como havíamos planejado inicialmente… Às vezes elas são melhores ainda 🙂

Para quem quiser conhecer o Le Jazz: R. dos Pinheiros, 254 – Pinheiros, São Paulo – SP | Facebook | Site Oficial

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Deleite no Mercado de Pinheiros (Parte II)

Semana passada contei como foi o reconhecimento e parte do almoço no Mercado de Pinheiros em São Paulo (você pode ler clicando aqui). Era aniversário do meu pai e estávamos em quatro pessoas, nos olhamos e decidimos que era hora de deixar o balcão do Comedoria Gonzalez e partir para a próxima etapa. Nos dirigimos então ao Napoli Centrale, uma pizzaria que segue fiel ao estilo napolitano. Eu adoro comer pizza de dia! Por que a maioria das pizzarias daqui só abrem a noite?

Foto: Facebook Napoli Centrale
Foto: Facebook Napoli Centrale

O pedido é feito no balcão e pago antecipadamente. Quando está pronto a atendente leva até sua mesa. A pizza é de massa fininha no centro com a borda um pouco mais grossa, o recheio é bem menos farto quando comparamos com as pizzas paulistanas, dá para ver o molho de tomate espalhado nela (como manda a tradição napolitana). Nós escolhemos três sabores diferentes: margherita, calabresa e outra que levava abobrinha e tomate cereja. Todas elas são individuais servidas sem talheres – Como eu amo comer com as mãos!!! A que mais gostamos foi a margherita, não tem jeito… Clássico é clássico. Eu e minha irmã fomos de suco natural de abacaxi com hortelã – a única opção disponível estava horrível, intomável! Tinha sido batido com um pouco de casca, parecia remédio. Eu fiquei me perguntando: duas barracas dentro de um mercado as duas tinham sucos medíocres, como pode? Com toda aquela variedade de frutas fresquinhas fiquei sem entender. Se puder evite beber suco!

Como somos extremamente comilões, decidimos experimentar algumas entradas, a garçonete sugeriu Arancini (bolinho de risoto), croqueta de carne e bolinho de polenta com queijo. Pedimos e pagamos os três. Após alguns minutos eis que a moça vem nos avisar que a croqueta acabou e pasme: eles não poderiam devolver o dinheiro. Como consumidora e comerciante achei um absurdo! Trocamos então por uma água e uma cerveja (mesmo não querendo mais nada).

Foto: Facebook Napoli Centrale
Foto: Facebook Napoli Centrale

Mesmo com a decepção o balanço foi positivo, mas em uma próxima dispensaria as entradas e ficaria com a pizza de margherita. Talvez duas dela, rs.

-Vamos embora?

-Ah, mas eu queria um docinho. Vamos no Mocotó?

Minha família conhece o Mocotó (a matriz da Vila Medeiros de longa data, por isso não demos preferência a ele no mercado). Pedi um pudim de tapioca que estava DIVINO e um café de coador da Chapada da Diamantina.

Fechamento com chave de ouro 🙂

Napoli Centrale: Facebook | Mercado de Pinheiros Box 83/84 / (11) 3031-1689

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