Bath e o Festival de Jane Austen

Bath

Texto e foto por: Greice Marques

Hey Guys, hoje vim falar do meu destino favorito dentro da Inglaterra: A cidade de Bath. Visitei a cidade em duas ocasiões: a primeira delas em 2012 em uma day-trip para Stonehenge e Bath e a segunda em 2016 para o festival da Jane Austen.

Da primeira vez fui no inverno, então os dias eram muito curtos e por causa da nossa viagem a Stonehenge (relato em breve por aqui) tivemos apenas 3 horas na cidade, em um domingo em que tudo estava fechado, não houve tempo de ver quase nada, fizemos um passeio com o guia que nos contou um pouco sobre a história da cidade e algumas curiosidades e depois nos deixou livres para ver alguns dos pontos turísticos.

A cidade localizada no vale do rio Avon no condado de Somerset, virou patrimônio da Unesco em 1987, e chama a atenção por sua arquitetura georgiana e sua história. Acredita-se que a cidade foi criada pelos romanos que ali descobriram águas termais com propriedades curativas e construíram o que hoje é conhecido como Roman Baths e pode ser visitado pelo público. A cidade se desenvolveu em torno das águas termais e se tornou um complexo de spas atraindo os ricos e transformando-a em um ponto de encontro da alta sociedade Georgiana.

Atualmente, além dos Roman Baths, a cidade atrai um grande número de turistas por causa de uma de suas moradoras ilustres do século 19: a autora Jane Austen. Apesar de ter vivido na cidade por apenas 5 anos (de 1801 a 1806), e ter repetido inúmeras vezes em suas cartas que não gostava muito da cidade, duas de suas obras; Persuasão e a Abadia de Northanger são situadas no local e apresentam uma caricatura da sociedade na época em que a autora viveu. A cidade possui um museu dedicado a autora chamado The Jane Austen Center e também realiza o Jane Austen festival, que é uma semana de eventos relacionados a autora e suas obras.

Eu como uma boa Janeite, em minha primeira visita a cidade, percorri os lugares que aparecem no filme Persuasão (que por sinal é meu livro favorito da Jane), A rua Royal crescent, Pulteney Bridge, Bath Abbey and the Assembley rooms e passei em frente ao museu da Jane Austen que fica perto do Royal Crescent. Como tinha pouco tempo na cidade não pude entrar, mas conversei com o “senhor Bennet” que trabalha no museu e ele me disse que se eu tivesse oportunidade deveria voltar em Setembro para o Festival. Ele me garantiu que as pessoas se vestiam a caráter e desfilavam pelas ruas da cidade e isso nunca saiu da minha cabeça. No ano que passei em Londres, lembrei do que ele tinha me dito e aproveitei para visitar a cidade durante o festival.

A cidade é relativamente pequena, então um dia nela é o suficiente, porém aconselho que este dia seja dedicado apenas para a cidade. Se a intenção for visitar Stonehenge primeiro, acredito que seja melhor pernoitar na cidade para poder aproveitá-la de verdade, especialmente se a viagem for no inverno. No verão acredito que dê para fazer os dois destinos tranquilamente em um dia. Há uma série de opções de lugares com valores acessíveis. Quando visitei a cidade pela segunda vez fiquei em um hostel que custou 15 libras a noite.

Pultney Bridge foi o lugar que mais me encantou na cidade, a ponte que é uma de apenas quatro no mundo que possui lojas em cima dela em ambos os lados. A vista do rio e da ponte é a primeira coisa que vi ao entrar na cidade e é incrível. Eu me senti dentro de um filme de época. Descobri ao pesquisar para escrever o relato que a ponte foi utilizada como cenário para a morte de Javert em Les Misérables e agora amo ainda mais. 😉

The Circus e Royal Crescent são algumas das construções mais bonitas da cidade.  As casas do Circus formam um círculo, que junto com a rua chamada Gay street tem, propositalmente o formato de uma chave. The Royal Circus possui o formato de uma lua crescente e todas as casas tem vista para o parque logo em frente chamado Victoria Park. O gramado em frente as casas era o local de encontro da sociedade Georgiana, que passeavam por ali e inclusive tomavam café da manhã no local. Hoje em dia, o parque ainda é muito utilizado para piqueniques, passeios com os cachorros, e área de descanso para os moradores e turistas que visitam Bath.

bath vista de cima – the circus e royal crescent

O Roman Baths, que é o primeiro complexo termal da cidade, recebe o maior número de visitantes na cidade e também é o lugar mais caro de se visitar. Vale a pena para quem quer tomar um típico chá inglês, molhar as mãos nas águas termais, visitar o museu e conhecer a história da primeira construção da cidade. Eu decidi não visitar o Roman Baths, porque não quis aguentar as filas, porém todas as pessoas que visitam o local adoram a atração. Ao lado do Roman Baths, encontra-se a Abadia de Bath, e na praça e rua ao lado desses dois lugares encontram-se lojinhas de souvenirs e a maioria das lojas da cidade para quem gosta de fazer compras.

Bath e o Festival da Jane Austen

Em minha segunda visita à cidade meu foco era o festival, portanto fiz um walking tour dos lugares em que a Jane Austen morou e os locais que costumava frequentar. Walking tours são sempre uma ótima opção para conhecer os lugares da cidade, sendo o tour temático ou não, dá pra conhecer um pouco da história local e visitar os lugares mais importantes ao mesmo tempo.

Durante o walking tour passamos pela Great Pulteney street que fica logo após a ponte e fomos até a casa que a Jane morou por um tempo localizada em frente ao museu Holburne, que fica ao lado do Sydney Gardens que era onde a Jane e a irmã costumavam caminhar. O tour foi bem interessante porque fui para o lado da cidade que eu não tinha conhecido na primeira visita. As casas são todas com o mesmo tipo de arquitetura e a cidade tem várias colinas, então as caminhadas as vezes são cansativas, mas a vista e as paisagens são lindas.

Bath
great pultney street

O museu da Jane Austen chamado The Jane Austen Center é um ponto turístico indispensáveis para fãs da autora. Além de explicar um pouco sobre a situação dos Austens e sua relação com Bath, você ainda pode se vestir com roupas da época, testar suas habilidades com canetas de pena e aproveitar os souvenirs maravilhosos da loja do museu. Encontrei o mesmo senhor Bennet que disse para que eu visitasse a cidade durante o festival e contei para ele que estava ali por recomendação dele e ele ficou muito contente por eu ter voltado á cidade.

Bath

O festival conta com várias atrações pagas e os valores geralmente são bem altos. Como fui no último fim de semana do festival só consegui fazer o walking tour, e depois acompanhei o desfile chamado mini promenade, de pessoas caracterizadas com roupas da época. Amei. Achei tudo muito legal especialmente porque vários casais participam e as roupas eram maravilhosas!

Bath é o destino ideal para quem procura fugir da frenética Londres para conhecer cidades inglesas menos populosas e com paisagens incríveis. A sensação que tive foi a de ter voltado alguns séculos no tempo e de não querer voltar mais para o período atual.



Booking.com



Continue Reading

O que ver em Camden Town

Camden Town

Assim que você sai do metrô na estação Camden Town, o ambiente se transforma. Se você costuma frequentar a região da Av. Paulista, em São Paulo, com certeza vai se identificar nesse bairro maravilhoso de Londres.

Por Camden, a música, o estilo e a arte de rua ocupam espaço e encantam quem passeia por lá. E muuuitas lojinhas de souvenirs, botas de cano longo, camisetas de bandas e memes da internet. Me senti em casa, juro! hahahah. Para andar por lá – e por Londres inteira – você precisa ter mente aberta. Ou melhor, você precisa respeitar o outro. São muitas pessoas diferentes, com estilos diferentes e de países diferentes. Sério, ninguém é igual naquela cidade! Por isso me identifiquei com SP. Só que lá é mais limpinho </3. E prepare-se também para encarar a ENORME QUANTIDADE DE TURISTAS. Aliás, inclusive você! hahahah

Minha principal motivação para conhecer o bairro era ninguém menos que Amy Winehouse. Como fã assídua, já sabia que ela morou e trabalhou por lá. Arrisco dizer que o bairro se tornou mais conhecido depois da passagem de Amy por esse planeta. Não é a toa que você encontra referências à Amy Winehouse por todos os lados: camisetas, pinturas nas paredes.. é bem bonito de ver!

Minha primeira parada em Camden foi o Camden Market, que é um mercado a céu aberto na parte principal do bairro. Lá tem de tudo: souvenirs, roupas – muitas roupas lindas! E o principal: você precisa negociar com o vendedor, pois a maioria vende uma mercadoria igual. Então deixe claro pra ele que se o valor estiver muito acima, você vai comprar em outro lugar. Pechinche muiito! Eu comprei uma blusa lá que eu AMO e uso até hoje, e duas de lã que são super gostosas!

Camden Town, Camden Market

As feirinhas de rua e o público grunge dominam o bairro completamente plural. Por isso digo pra vocês olharem tudo e garimparem preços. Lá também tem muitos barzinhos (os famosos pubs) e feirinhas de comida. Sério, tem muita coisa pra olhar! Vá com libras em espécie e muitas moedas, trocadinhas, e se jogue nas comprinhas de souvenirs para os parentes que ficaram no Brasil.

A galera fica tão de boa por lá que era dia de semana, de tarde e um monte de gente estava sentada em Camden curtindo o final da tarde. Qualidade de vida é outra coisa né?

Andamos mais pela via principal do bairro e demos de cara com o Stables Market, que é um mercado a céu aberto de comidinhas deliciosas, variadas e também com lojinhas interessantes. Porém o objetivo ali era outro: a incrível estátua da Amy Winehouse, construída no dia em que a cantora faria 31 anos, em 14 de setembro de 2014. Gente, imagina uma fã apaixonada vendo a estátua. Eu surtei! É linda, uma homenagem realmente digna. A fila pra tirar foto não é tão grande.. alguns param e olham, outros simplesmente passam. Eu tirei muitas fotos nas duas vezes em que estive em Camden. Emocionada demais!

Camden Town, Amy Winehouse

Camden se tornou rapidamente meu bairro preferido em Londres. Não é a toa que em pouco tempo de viagem, fomos lá duas vezes. Sério, é uma delícia! Gostaria muito de ter a oportunidade de voltar lá e aproveitar com mais calma esse bairro tão plural de Londres <3



Continue Reading

Liverpool durante a BEATLEWEEK

liverpool beatles

Texto e fotos por: Greice Marques

Hey guys! Estou aqui mais uma vez para falar sobre um dos passeios mais incríveis que fiz pela Inglaterra – Liverpool durante a semana dos Beatles!

Quando vim para a Inglaterra há alguns anos atrás tive a oportunidade de visitar Liverpool em uma day trip (viagem de ida e volta no mesmo dia), só que como a cidade fica a seis horas (de ônibus) de Londres, passei apenas 3 horas na cidade e não consegui ver quase nada. Como tinha uma amiga minha igualmente louca pelos Beatles vindo passar uma semana comigo, resolvi convidá-la para visitar a cidade e ela topou. O que não sabíamos é que tínhamos reservado as passagens justo para os dias do Beatleweek. Para quem não conhece o festival vou explicar: Beatleweek é basicamente um festival de atividades relacionadas aos Beatles que acontece pela cidade, com pessoas do passado da banda falando um pouco sobre como eram as coisas naquela época, com feirinhas de livros, discos e memorabilia dos Beatles e com bandas cover ou tributo dos Beatles vindo do mundo inteiro para tocar no Cavern Club (pub em que os Beatles começaram sua carreira), Cavern Lounge e Cavern pub.

Porém estou me precipitando. Vou começar do começo. Saímos de Londres de manhã cedo e chegamos em Liverpool à uma da tarde. Não tínhamos nenhum plano definido. As únicas coisas que queríamos realmente fazer era a Bus tour chamada Magical Mystery tour e sair à noite para ir ao Cavern Club. Como estava nublado, resolvemos deixar o bus tour pro segundo dia. Depois de fazer o check-in no hotel fomos visitar a cidade a pé. Ficamos no Ibis do Albert docks, que é perto dos museus e fica há uns 15 minutos do centro.

A área é bem bonita e em nosso primeiro passeio é impossível ignorar o fato de que a cidade lucra bastante com o turismo em volta da banda. Vimos inúmeras coisas relacionadas aos Beatles; passamos na frente do Beatles Story, que é um museu com a história da banda e termina em uma loja que é um verdadeiro teste de auto controle para quem é fã (Passei! Só comprei um chaveiro pra ganhar a sacolinha!), em outra loja de souvenirs vimos um quadro gigante de uma foto dos FAB 4 feito inteiramente de jujubas (que minha amiga apelidou de jujubeatles) e vimos também a estátua da banda que fica na frente do Museu de Liverpool.

Aliás, assim como os de Londres, os museus de Liverpool são de graça! Fomos no museu marítimo e no museu da escravidão, que são bem interessantes. O museu marítimo possui diversos relatos e histórias de tragédias de grandes navios bombardeados durante a Segunda Guerra, e o da escravidão é mais triste ainda. Os dois te deixam com a sensação de que os seres humanos são horríveis e que não há mais esperança nesse planeta. Coisas bem legais de se sentir quando se está viajando. Hahahahaha. Não tivemos tempo de ir no Museu de Liverpool porque queríamos ir na Liverpool Cathedral, que é a maior catedral anglicana da Inglaterra (que infelizmente não conseguimos visitar por falta de tempo).

No centro vimos mais lojas, bares e restaurantes relacionados aos Beatles e fomos em uma feirinha que vendia coisas das bandas e como não podia faltar (afinal é Liverpool!), vimos uma banda de pop/rock tocando no centro, em todos os lugares que andávamos ficamos impressionadas com a arquitetura do lugar. Liverpool possui incríveis prédios históricos, a maioria deles são prédios públicos, como bancos, a corte da justiça, a biblioteca pública (que por sinal tem a melhor entrada de uma biblioteca que eu já vi na vida; para entrar nela você precisa caminhar por grandes títulos da literatura, quase chorei) , museus, prefeituras etc. Descobrimos durante o bus tour que Liverpool já foi a cidade mais importante da Inglaterra por causa de seus portos e que por isso muito dinheiro era investido nela o que dava uma certa liberdade aos arquitetos da época. Os prédios históricos têm variados estilos arquitetônicos, especialmente Neoclássico, Eduardiano, Gótico e Moderno. Então se você não é fã dos Beatles mas gosta de arquitetura, a cidade ainda tem muito a oferecer!

Mas vamos ao que interessa, para quem é fã dos Beatles Liverpool é o destino que não pode faltar no roteiro de viagem. Por todos os lugares que passamos tinha alguma coisa relacionada à banda; restaurantes e pubs temáticos, lojas de souvenirs cheia de coisas do Fab four, o lado inteiro de uma loja no shopping decorado com uma foto gigante deles e, o melhor de tudo, o sotaque (conhecido como “scouse”) dos habitantes da cidade que é igualzinho ao do John Lennon! Cheguei ao cúmulo de fingir que estava demorando para decidir o que comprar só para ficar ouvindo os vendedores fofocarem enquanto estocavam balas na Poundland. O SOTAQUE É TÃO LEGAL! Não me julguem.

Passamos a noite do nosso primeiro dia no Cavern Pub, que não se enganem, apesar do nome não é o original. O pub é do mesmo dono mas não é o lugar em que os Beatles tocavam, esse fica logo na frente do outro lado da rua. Como era Beatleweek tínhamos que pagar pra entrar no Cavern Club (o original), mas o ingresso é incluso na “Magical Mystery tour” que fizemos no dia seguinte, então resolvemos ficar no Cavern pub mesmo. E que experiência maravilhosa! Era banda atrás de banda, todas elas covers dos Beatles. Banda da Hungria, da Itália, da Argentina e até uma do Brasil! Algumas tinham o setlist impecável, outras tinham setlists de músicas dos Beatles que ninguém nunca ouviu, alguns estavam vestidos com figurinos de diferentes fases da banda. O público era 50% composto pelos amigos e familiares das diversas bandas, 49% por idosos estilosos, da época dos Beatles, com camisetas da banda, tatuagens, copos de cerveja e uma energia que falta em muita gente jovem, e bom, o 1% restante éramos eu e a minha amiga! Ficamos adiando a hora de voltar pro hotel porque estava ótimo. Fiz vários lives no facebook que ficaram horríveis mas valeu mesmo assim. O problema foi a volta para o Hotel, ficava a apenas 10 minutos mas as ruas estavam vazias exceto por vários moradores de rua e pessoas bêbadas e o google resolveu nos mandar pelo meio do shopping, que é extremamente deserto e assustador. Mas tudo certo, chegamos vivas no Hotel e tudo ficou bem.

Nosso segundo dia na cidade foi o mais incrível. Acordamos cedinho para ir na “Magical Mystery Tour” e gente, é imperdível! A tour, que custa 16 libras e tem duas horas de duração passa por todos os lugares importantes da história dos Beatles, como a casa em que o George e o Paul nasceram, a casa em que o John passou sua infância, os lugares que inspiraram músicas como Peny Lane, Strawberry fields e o cemitério com o túmulo dos Rigby’s e outros lugares que eles frequentavam, e termina com uma visita ao Cavern club. O guia era sensacional, apesar de que nós entendiamos metade do que ele dizia por que o sotaque dele era extremamente forte (e incrível) e o passeio foi regado a músicas dos Beatles. O tour vale muito a pena, foi definitivamente o melhor que já fiz.

Depois disso paramos então no famoso Cavern Club e de lá a gente só saiu na hora de pegar o ônibus de volta para Londres. O lugar é fantástico e além dos Beatles, o Cavern tem em suas paredes, fotos, autógrafos e instrumentos de várias bandas famosas que já passaram por ali! Quando chegamos, Beatleweek estava a todo vapor. O lugar tem uma área que foi construída depois da época dos Beatles conhecida como o Cavern Lounge e as bandas estavam tocando nos dois palcos. Se a gente não curtia muito o setlist de uma delas, íamos para o outro palco. O público era o mesmo, dessa vez com muitas crianças também, inclusive bebês dormindo profundamente em seus carrinhos enquanto a banda tocava e a platéia aplaudia. Teve banda tributo da Hungria que só tocava músicas do George, teve um grupo do México que tocava músicas do Paul pós-Beatles, teve um casal fantástico com a melhor setlist, teve cover da Argentina, do Brasil, da França (minha amiga se apaixonou por eles) e a melhor de todas, o cover Japonês que cantava igualzinho o Cebolinha. Os músicos andavam para lá e para cá com suas famílias e o ambiente todo era simplesmente uma celebração de tudo Beatles. Passamos horas, cantando, dançando e respirando Beatles, batendo fotos e deixando nossa marquinha nas paredes do Cavern Club.

E para quem está pensando que o Cavern só é assim durante o festival, engana-se! Assim como a Torre de Londres não pode ficar sem corvos, o Cavern Club não pode ficar sem bandas tocando covers dos Beatles. Então independente do dia em que você vai conhecer a cidade, tenha certeza de que vai poder curtir Beatles no lugar em que tudo começou. E se isso não é uma experiência mágica, eu não sei o que é!



Continue Reading