Museu do Pelé

Considerando quem é o Pelé e toda a sua história, eu esperava muito mais do museu inteiramente dedicado a ele. O prédio onde está localizado o museu encontra-se de frente para a Igreja do Valongo, e foi totalmente reformado para abrigar o museu do rei.

Em tese, o museu é muito grande para tudo que foi colocado por lá. Sabemos que há muita história para contar, muita coisa para se ver. E considerando a figura que ele é, e o que o museu representa, deixou a desejar.

O museu estrutura-se da seguinte maneira: Logo na entrada, você se depara com o bondinho que faz um tour pela cidade (que não tem nada a ver com o museu do Rei, na verdade. Mas foi transferido para lá para atrair pessoas até o museu. Também fomos nele! Aguardem o post hahahaha). Assim que você se depara com o museu, percebe que a construção é antiga e restaurada, como quase tudo em Santos, já que a cidade possui um projeto de restauração do centro histórico, com abatimento em impostos.

No hall de entrada é possível conferir uma loja de souvenirs relacionadas ao Santos e ao Pelé, e na frente há uma lanchonete. Nada que me chamasse a atenção de início. Quando adentramos à parte dedicada ao museu, é possível ver vários andares dedicados ao Rei, com imagens, objetos, muitos troféus e faixas de campeão, porém um tanto quanto vazios e ‘vazados’. Existe uma ordem cronológica para ver os objetos lá dentro.

Começamos no térreo, onde estão itens de sua história, como meiões, chuteiras utilizadas em jogos importantes, contratos e fotos antigas, além de vários objetos. O indicado é você subir até o último andar e descer todos os andares, para a visita terminar onde começou. Cada título mundial equivale a um andar, sendo que a Copa de 1970, do México, possui dois andares. As pessoas se aglomeram ao lado de uma estátua do Rei, que fica em um desses dois andares dedicados à 1970, para garantir a tão sonhada selfie.

Para quem é santista, gosta de futebol e acompanha a história do Pelé, é um bom passeio a se fazer. Custa R$5 e é relativamente rápido de visitar por completo.

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Sightseeing agora em SP!

Para quem costuma viajar apenas a passeio, a opção Hop on/Hop Off é bem conhecida. Sempre via em San Francisco e também vi bastante em Londres. Em resumo, é um ônibus que passa pelos principais pontos turísticos da cidade, e com áudio guiado é possível ouvir em vários idiomas sobre a história do local em que o ônibus está passando naquele momento. Agora em SP, é super útil tanto para os turistas como para os locais que não conhecem muitos detalhe da cidade.

Usei em Roma e achei que valeu muito a pena! O ônibus possui dois andares e com vista panorâmica. Em alguns o wi-fi é liberado (em outros, não funciona). A opção está disponível em São Paulo desde março, e sempre vejo o ônibus quando estou no centro da cidade.

O ticket custa R$40 com duração de 24hs a partir do seu início, e a venda acontece apenas dentro do próprio ônibus do sightseeing. Aceita dinheiro e cartões de debito e crédito. Possui 3 opções de áudio: português, inglês e espanhol. Vale também para entrada em museus: catavento cultural, masp, casa das rosas, museu afro brasil, museu de arte sacra e museu do futebol. (uma pena o Museu do Ipiranga ainda estar fechado :/)

Com 3 saídas diárias:
De segunda a sexta-feira: às 9h, 11h20 e 14h10; Aos sábados: às 8h, 10h30 e 13h30, da parada 1 – República. É possível iniciar o passseio embarcando em qualquer ponto de parada do circuito. O trajeto envolve: praça da republica, pacaembu, paulista, ibira, centro cultural sp, liberdade, pateo do colégio e teatro municipal

Para mais informações: http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/linha-circular-turismo

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Love’s in the Air – uma noite no Ruella

Me desculpem por já começar com um clichezão. Na última semana comemorei aniversário de namoro e queria ir num lugar romântico e que nunca tivéssemos ido.
O primeiro lugar que pedimos orçamento para casar foi o Ruella, mesmo sem nunca ter pisado lá. As fotos são sempre incríveis e te convencem de que ali é o lugar perfeito para estar com seu par.
Fizemos reserva pelo telefone para o mesmo dia. Chegamos numa terça feira de noite super quente… O lugar é realmente tudo que eu tinha imaginado: romântico, agradável, calmo e com uma trilha sonora muito gostosa.

Ruella. Foto: site oficial
Ruella. Foto: site oficial

O cardápio é bem extenso e variado, mas apesar do nome ser Ruella Bistrô, pouco se assemelha a um menu de casas desse gênero. Você vai encontrar pratos com temperos orientais e comidinhas com um quê de exótico.
Para começar (não estava podendo consumir álcool) tomei um drink com frutas vermelhas e água com gás. Muito gostoso e custava o mesmo que um suco (algo em torno de 18 reais, achei o suco caríssimo).
Como nunca tínhamos ido lá pegamos uma entrada chamada pot-pourri, na qual vinham quatro canapés diferentes, sendo duas unidades de cada variedade. Bacana para experimentar, mas eu não pediria novamente… Iria direto ao prato principal: um risoto de camarão com cury picante. Duas coisas que amo são camarão e pimenta. Juntas então é pura alegria. Pedi uma pimenta da casa e fui surpreendida por uma geléia de pimenta absolutamente deliciosa 💗 Ah, vale dizer que o risoto é sem miséria! Lotado de camarões, hummm 😋
Nessa altura do campeonato eu já estava satisfeita, mas meu noivo disse: já que estamos aqui vamos pedir uma sobremesa. Escolhemos os profiteroles com Nutella e sorvete de creme e como sempre quase brigamos para decidir quem merecia comer mais (brincadeira, até que fomos pacíficos).
Achei os valores de acordo com o serviço e ambiente da casa. A única ressalva, como já mencionei antes é que eu pularia a entrada, até porque os pratos são bem servidos até para pessoas que comem bastante como eu! Vale muuuito a visita, com certeza voltaremos.
Outro ponto: não recomendo para dias de fossa porque das 10 mesas que estavam ocupadas 9 eram casais apaixonadinhos. #ficaadica

Para quem quiser conhecer: R. João Cachoeira, 1507 – São Paulo | Facebook | Site

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