A melhor pizza da cidade

O post de hoje não é #foodporn nem o melhor lugar pra você fazer aquele clique fantástico pro instagram. Maaas, em compensação, para mim, é a melhor pizza da cidade!

A pizzaria Monte Verde funciona desde 1956 no bairro do Bom Retiro. Eles tem outras unidades em São Paulo, mas não de deixe enganar: seja fiel a matriz que fica na Rua Barra do Tibagi. O salão é bem gostoso e agitado, nem parece que estamos em um bairro quase deserto durante a noite.
A massa é conhecida por ser muuuuito fininha e sequinha (o que está um pouco fora de moda nos dias de hoje, mas tem um lugar no meu coração). Meu avô frequenta o lugar desde que conheceu minha avó – e olha que ele já fizeram bodas de ouro! Ele passou a tradição para o meu pai, que consequentemente passou para mim também.
Durante o dia o local funciona como uma cantina, serve massas e outros pratos variados, mas é da pizza que gostamos mais.
A campeã das campeãs é a de camarão. Gente do céu, que delícia! Eu não vou tentar explicar pra vocês porque sinceramente não dá. Meu sonho é pedir uma inteirinha só para mim 🙈 Das mais tradicionais os sabores de Mozzarella, calabresa e frango com catupiry também agradam muito.
Não satisfeitos em servir uma pizza excelente eles também tem uma das melhores sobremesas das galáxias. Se chama Charlote. Um sorvete com bolacha, calda de chocolate, chantily e crocante. Depois não tem jeito, é se matar na esteira pra correr atrás do prejuízo. Mas vale a pena! Uma prova de que a comida de lá é sensacional é que eu não tenho nenhuma foto pra postar! Todas são da Internet. Da próxima vez vou tentar tirar. Só não sei se vai dar 😂

Se você quiser conhecer a Pizzaria Monte Verde, ela está na Rua Barra do Tibagi, 406 – Bom Retiro, SP. Aqui está o site deles e a página do face pra você curtir!

Fotos: Internet

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Visita às Pirâmides de Teotihuacán

Antes de mais nada quero agradecer aos queridos Guilherme e Victória que toparam escrever sobre a recente viagem que fizeram ao México. Obrigada por contribuírem com o blog <3 Eles escreveram primeiramente sobre Teotihuacán, e dividiram sua experiência conosco!

Texto por Victória e Guilherme

Chichén Itzá é o destino mais famoso quando se pensa em pirâmides no México. Mas se a sua viagem é para a capital, Cidade do México, você tem que visitar as pirâmides de Teotihuacán.

As Pirâmides de Teotihuacán, diferente das de Yucatan, foram construídas pelos astecas e são bem fáceis de chegar se você está na Cidade do México. Nós estávamos hospedados em um apartamento próximo ao Zócalo, bem no centro da cidade, e tudo o que precisamos para chegar nesse sítio arqueológico incrível foi uma passagem de metrô até a estação Autobuses del Norte e depois um ônibus que nos deixou na entrada 1. Essa entrada é mais interessante que as outras porque te faz andar pelo sítio inteiro até chegar à Pirâmide do Sol e à Pirâmide da Lua, pela Calle de Los Muertos. O metrô sai por 5 pesos e a passagem do ônibus custou 92 pesos, ida e volta, pela Autobuses Teotihuacán, levando mais ou menos uma hora entre a rodoviária e as pirâmides. Os ônibus saem a cada 15 minutos, e você pode voltar a hora que quiser.

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Foto: Passagem de ida. Arquivo Pessoal.

As pirâmides não costumam abrir às segundas-feiras, mas como fomos em período de férias eles estavam funcionando. Pagamos 65 pesos cada um para entrar e há a opção de contratar guias turísticos em vários idiomas, mas preferimos andar por nossa própria conta. Uma vez lá dentro, se prepare para subir e descer escadas e mais escadas.

Nessas horas umas dicas (que podem parecer óbvias) são muito importantes: cuidado com o sol. Se possível, vá de manhã quando ele está mais fraco (até porque assim tem menos gente e o passeio tende a ser mais proveitoso e menos apressado). Use protetor solar e roupas leves, afinal, você vai caminhar e se exercitar bastante, então é melhor estar confortável (eu fui de calça jeans e me arrependi pra subir e descer aqueles degraus). Leve água! Se você esquecer, logo na entrada, entre aquelas lojas de souvenirs e camisetas dá pra comprar também, mas é um pouquinho mais caro (tive que pagar 20 pesos em uma garrafa de um litro que costuma custar algo como 5 pesos). Passadas as lojinhas, o sítio disponibiliza uma exposição com objetos produzidos pelos povos pré-hispânicos, como cerâmica, e algumas esquematizações sobre as construções e como eram usadas pelos povos que viveram ali.

Para o sítio em si, esteja preparado para encarar vários vendedores de souvenirs e itens de prata que provavelmente vão te abordar durante o passeio todo. São produtos bem bonitos, desde colares até mantas costuradas a mão e umas cornetas que imitam o som de um jaguar (é provável que você se assuste com esse som ao longo do passeio também, esteja avisado). Se você tiver um espanhol bom e souber pechinchar, vale a pena negociar.

Logo na entrada, vemos de longe a maior pirâmide do sítio arqueológico: a pirâmide do Deus Sol. Possui 365 degraus, um pra cada dia do ano. Essa é a Pirâmide que você tem que subir! É a mais difícil, mas ao terminar você percebe que valeu a pena subir cada degrau, a vista da Calle de Los Muertos e das outras pirâmides é maravilhosa.

No dia em que subimos estava ventando um pouco, o que foi refrescante depois de tanto exercício e tinha vários turistas (incluindo nós mesmos) registrando esse momento único.

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Foto: No topo da Pirâmide do Deus Sol. Arquivo Pessoal.

Também vale subir a Pirâmide da Lua, que é a segunda maior. Os degraus são maiores e não se pode subir até o topo (provavelmente por questões de segurança), mas ela também fornece uma boa paisagem do sítio, podendo ver todas as outras construções do sítio arqueológico.

Foto: Vista da Pirâmide da Lua. Arquivo Pessoal.
Foto: Vista da Pirâmide da Lua. Arquivo Pessoal.

Para voltar, o ônibus que vai para a cidade sai da entrada 1 e o ponto final é na estação Índios Verdes, que também dá acesso ao metrô.



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Um sonho chamado Londres

Nunca tive pretensão de ir para Londres. Na verdade nunca pensei em conhecer a Europa, parecia algo muito caro e inalcançável para mim. Eis que, me programei e incluí Londres numa viagem de 15 dias que inicialmente eram férias do trabalho. Meu roteiro então era: Dublin, Londres e Roma. Destes 3, minha maior expectativa era para Londres. Sempre fui doida pela família real, estudei na Cultura Inglesa, então automaticamente lavavam meu cérebro para conhecer a cidade.

Quando comecei a estruturar minha viagem, minha ficha não caiu até eu chegar no Gatwick (aeroporto menor localizado próximo a Londres). Tinha combinado tudo com a minha amiga querida que eu morro de saudade, a Greice, e passaria quatro dias na casa dela.

A Gre teve toda a paciência do mundo comigo desde o começo. Estruturou um roteiro digno de agência, fez o papel de guia turística melhor do que ninguém, e me levou para os quatro cantos de Londres, sempre empolgada e com um sorriso no rosto. Amiga, ninguém melhor do que você pra me acompanhar nesse sonho britânico!

Logo que cheguei, fui recepcionada com mimos gastronômicos: a Gre tinha feito bolinho pra mim e preparado tudo com muito carinho! Comemos e logo partimos pra jornada turística.

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Foto: Arquivo Pessoal

Assim que entrei no metrô, me lembrei daquele filme ‘Charles de Menezes’ sobre o brasileiro confundido com um terrorista e morto pela polícia dentro do vagão do metrô. A lembrança e a sensação passaram quando finalmente vi a famosa marca ‘underground’ que é a cara das estações de Londres. Olha a felicidade da pessoa após andar pela primeira vez de metrô.

Londres

Enfim, daí começou a saga e a emoção de conhecer os pontos turísticos. Digo emoção porque lágrimas escorreram quando vi a cabine telefônica vermelha, cartão postal da cidade, pela primeira vez. Daí caiu minha ficha: ‘Estou em Londres, terra da Rainha’.  Um curiosidade sobre as cabines: muitas delas os telefones não funcionam. Algumas delas são pretas e oferecem wi-fi free pela cidade. E outras tantas não possuem nada dentro e tem um cheirinho às vezes desagradável hahahahah

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Foto: Arquivo Pessoal.

Fomos caminhando e eu com certeza estava com os olhos brilhando a medida em que via tudo pela cidade. Leicester Square (suas fontes e os leões gigantes – sempre muito cheia, principalmente no verão, tenha paciência) e finalmente caminhamos para o Big Ben. Ah, o Big Ben! Eu acho que fiquei tão atônita que parecia que eu não estava tendo reação nenhuma. O Big Ben (que na verdade é o prédio do Parlamento) é mais baixo do que parece, fica bem difícil você tirar uma foto só você e ele, porque o mundo inteiro está ali naquele momento querendo a mesma coisa que você. Então tente dar a volta e pegar ângulos diferentes do comum.

O que mais você vê na região do Big Ben são barraquinhas vendendo souvenirs, casacos e camisetas, e o chapéu do Joey de Friends (quando o elenco foi para Londres). E muitos, muitos pau-de-selfie. Pau de selfie em todo lugar.

Vimos a London Eye, mas não quis pagar para andar nela, apesar de me falarem que a vista compensa. Se você tiver tempo e quiser apreciar a vista 360º de Londres, recomendo que compre com antecedência, pois existe muita fila e costuma ser caro na hora. Para comprar com um preço mais em conta e sem filas, você pode adquirir seu ingresso clicando aqui.

Logo em seguida vimos a Abadia de Westminster (onde Kate e William se casaram <3) e fomos para o St James Park para finalmente conhecer o Buckingham Palace, uma das residências da Família Real.

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Foto: Arquivo Pessoal.

Depois das emoções com a família real, era o momento mais esperado da viagem pra mim: conhecer Camden Town, o bairro onde a Amy Winehouse morou. Sobre este bairro você pode ler clicando aqui, um post inteiro só pra ele!

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Foto: Arquivo Pessoal.

Dentre as emoções que vieram a seguir, recomendo muito principalmente aos fãs de Harry Potter conhecer as estações King’s Cross e St Pancreas (uma do lado da outra), e logo dentro da estação já se encontra a plataforma 9 ¾, onde a parada e a foto são OBRIGATÓRIAS. Para tirar a foto, tenha paciência pois a fila é meio grandinha. Você pode tirar a foto com sua máquina ou comprar a foto na lojinha (separe uma boa quantidade de libras caso queira comprar)

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Foto: Arquivo Pessoal.

Também vimos a troca da guarda (lotadíssima. Se quiser um lugar legal pra ver esse rito de passagem, sugiro chegar bem cedo).

E as emoções não pararam quando pude finalmente conferir a Tower Bridge. Suntuosa, imponente, enorme, linda! Ficaria olhando pra ela a tarde toda. Que felicidade em poder ver essa ponte e poder atravessá-la logo em seguida. A mesma emoção senti quando atravessei a Golden Gate Bridge, em San Francisco. Lembrei muito dos jogos olímpicos de Londres, pois os anéis olímpicos ficavam expostos nessa mesma ponte. Vale muito o passeio! Também fomos até a Abbey Road, atravessamos a rua like a Beatle. Quem é fã da banda vai se emocionar nessa parte. E recomendo também muita paciência, tanto para quem atravessa, quanto para quem dirige nessa área. Todo mundo quer atravessar a rua. Mil vezes. Até a foto sair perfeita.

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Fotos: Arquivo Pessoal.

E para concluir a viagem, ainda tivemos o grande prazer de ver Kit Harrington, vulgo Jon Snow de Game of Thrones ao vivo e a cores. Lindo demais! Fora o último passeio que também vai ser detalhado em um post a parte: Visita aos estúdios de gravação de Harry Potter!

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Greice e seu marido Kit

Falar sobre Londres ainda vai render muitos posts, muitos textos. É um assunto que nunca acaba, e espero que vocês se empolguem junto comigo ao contar sobre esse lugar incrível! Mas para compensar que vocês leram tudo até aqui, a Funstock está com uma linha de produtos novinha sobre Londres, e está distribuindo 10% de desconto exclusivo para você, leitor do Livre Embarque!  É só entrar no site, escolher o produto que você mais gostar, colocar o código de desconto EMBARQUE10 e pronto! Vai receber sua compra em casa com tudo certinho! Corre lá, escolhe seu presente e manda foto pra gente do que você comprou! 🙂

 

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