20 coisas que toda mulher que viaja sozinha precisa saber

Esta é uma lista que pensamos ser bem útil pra você mulher que viaja sozinha e desbrava o mundo sem medo (ou que pretende viajar sozinha em breve).

1. Valorize o seu eu natural
2. Menos é mais quando se trata de fazer as malas
3. Você é seu melhor e mais seguro alarme. Não dependa de ninguém para acordar!
4. Se vestir de forma simples e modesta é importante em várias partes do mundo.
5. Se vestir de forma simples é mais do que seguir um dress code.
6. Você é mais corajosa do que pensa!
7. Um grande cachecol será seu mais novo melhor amigo!!
8. Sapatos confortáveis para caminhada. Entendeu né? Leve sempre um par desses!
9. Tudo se resume a ACESSÓRIOS. Eles complementam o look sem ocupar muito espaço.
10. Confiança fala muito mais do que palavras. Think about it!
11. Viajar com amigos nem sempre será a aventura incrível e feliz que você imaginou.
12. Viajar sozinha não é o fim do mundo. Sério.
13. Sempre use chinelos no banheiro. Sempre!!
14. As pessoas pelo mundo em sua grande maioria são generosas.
15. Se você não consegue carregar sua própria bagagem, você está levando coisas demais.
16. Os momentos mais estressantes geralmente são os que terminam da melhor forma possível.
17. A comunicação acontece de várias formas, inclusive sem o uso de palavras.
18. Tente falar no idioma local. Faça este esforço. Os locais adoram e costumam ajudar quando percebem a tentativa!
19. Seus pés foram criados para andar. E são a melhor forma de explorar a cidade. Ande como se não houvesse amanhã.
20. Se não te assustar, você não é humana.

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10 dicas para garantir a foto perfeita na sua viagem

Photo credit: Foter.com / CC0

Eu sou uma pessoa que adora tirar fotos enquanto viaja. Muitas vezes esqueço de me incluir na foto, de tão divertido que é poder registrar lugares com meus próprios olhos e ângulos.

Particularmente gosto muito das minhas fotos depois quando paro pra ver todas as fotos da viagem. Mas sempre acho que poderia ter tirado mais. Não tenho muito segredo na hora de tirar as fotos, tento pegar o máximo possível do cenário e incluir minha carinha lá. É quase um ‘eu estive aqui’. Mas se a foto ficar profissa, melhor ainda né? A memória daquela viagem inesquecível se torna mais concreta quando você tem fotos de lá.

Abaixo você pode conferir algumas dicas de como tornar suas fotos dignas de fotografo profissional! Ou simplesmente ter um ótimo registro da sua viagem 🙂

1. Eu acredito que alguns modelos de câmera fazem, sim, a diferença na hora da foto. Porém, não precisa de nada absurdamente caro e moderno. Considere a câmera que você já tem e que vai levar na viagem. Tem gente que se vira bem com a câmera do celular. Eu gosto de escolher algumas e revelar, portanto a qualidade de imagem do celular não me dá resultados tão satisfatórios na hora da revelação. Por isso sempre levo também minha câmera fotográfica junto. Saiba que carregar uma câmera pela viagem toda acaba sendo um peso que se torna insuportável à medida do tempo (eu pelo menos odeio andar carregando coisas, por isso sempre levo uma bolsinha pequena e do um jeito de caber tudo lá! hahaha)

2. Se você não se importar em levar coisas, ter um tripé desses de viagem é uma boa pedida. Porém acaba virando um problema em aeroportos, principalmente internacionais. Uma boa alternativa é o Joby’s Gorillapod: é pequeno, leve e flexível. Você pode deixá-lo da forma que desejar, e até agarrá-lo em árvores ou outros suportes para pegar o ângulo perfeito.

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3. Mas se você não tiver tripé nenhum ou nem quiser comprar um, é só colocar sua câmera em um lugar estável (podendo ser um banco, uma mesa ou até o chão mesmo) e pronto! isso vai evitar que suas fotos saíam borradas 🙂

4. Se você está tentando fotografar algo muito grande e largo (como montanhas ou prédios) ou até muito pequenos, tente tirar algumas fotos que incluam pessoas no enquadramento, para facilitar a perspectiva e a escala na hora de registrar.

5. Por mais doido que pareça, usar o flash durante o dia é uma boa ideia! ele ajuda a preencher sombras e reduzir o contraste. Faça um teste!

6. Tente tirar fotos a noite! Na cidade você pode captar luzes e reflexos (especialmente perto de rios). Se você estiver longe da cidade, tente registrar o céu estrelado que é possível ver com mais clareza quando se está no campo.

7. Não tire foto apenas do objeto. Tire fotos de detalhes, tente diferentes ângulos e pontos de vista, com isso você saíra do senso comum das mesmas fotos de sempre.

8. Fuja das visões de turista. Siga seu instinto e explore os lugares. Muitas pessoas terão as fotos dos mesmos lugares, mas quantas poderão contar histórias sobre aquilo? Descubra lugares e ângulos escondidos. Explore!!

9. Tire fotos aleatórias das pessoas andando pela rua. Algumas farão pose, outras não perceberão e outras não vão querer. Mas o mais legal é tirar foto e registrar o cotidiano do lugar.

10. Por último, mas não menos importante: SAIA DE TRÁS DAS LENTES E VÁ APROVEITAR A VIAGEM! É legal tirar fotos, mas melhor ainda é explorar e aproveitar a aventura!

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Sobre o livro ‘Mas você vai sozinha?’

Descobri esse livro em um passeio pela livraria na Paulista. O título me chamou atenção pois é a frase que mais escuto quando vou viajar ou quando conto das minhas andanças por aí: ‘Mas Você Vai Sozinha?’.

Acho que viajar sozinha ou ir a lugares sozinha durante nossa rotina é, em um contexto maior, uma quebra de paradigmas. Sabemos do mundo cruel e machista que vivemos, sabemos da violência que está na rua, porém também sabemos que não dá pra ficar trancada em casa. É preciso desbravar o mundo. E, de preferência, sozinha.

Me identifiquei de cara com o primeiro conto de Gaía. Cobrir um festival de música na gringa. Eu, uma pessoa doida por música e por viagens, considero este tipo de trabalho um verdadeiro sonho. Me vi fazendo coberturas (ainda não em outros países) há 4 anos atrás, quando comecei a me dedicar ao Maroon 5 Brasil. De lá pra cá, o gosto pela criação de conteúdo nasceu e cresceu, e hoje devo em partes a criação deste blog e do meu trabalho, a esta oportunidade que perdura até hoje. Eis que esse ano me vi cobrindo a turnê da banda no Brasil e viajei para o Rio de Janeiro (lugar que eu nunca tinha ido até então) para escrever sobre o show deles na Apoteose. Era a realização múltipla de sonhos.

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A medida em que fui lendo, entendi que o livro tinha sua estrutura definida como: um conto de experiências em viagens e ao final dicas do local e insights que também querem ir sozinhas ao destino em questão.

Creio que o conto que mais gostei foi o “Conselhos sentimentais de um xamã andino”. Percebi o quanto ficamos vulneráveis em uma viagem, e fortes o bastante para dividir nossos problemas com os desconhecidos que passam pelo nosso caminho e que nos passam confiança. Recomendo que todos e todas leiam este conto, de fato é o meu preferido <3

Também gostei muito do conto do amante veneziano e acredito que algumas pessoas viajam com a intenção de encontrar ‘venezianos’ pelo mundo afora. Me senti em casa lendo sobre San Francisco e seu problema de dinheiro enquanto esteve por lá, pois morei na cidade por quase 2 meses, então acaba sendo minha segunda casa mesmo. De fato é uma cidade muito cara, e o medo do dinheiro sumir é constante. Chinatown é um bairro que não gosto muito em SF, mas recomendo à todos visitarem a esquina Haight-Ashbury e o bairro mais hippie do mundo!

O mesmo medo que Gaía sentiu em Kanyakumari, na Índia, eu senti no meu primeiro dia de intercâmbio. O desconhecido é desafiador, mas quando se está vulnerável ele literalmente tira o sono. Eu também não abriria a porta de maneira nenhuma! Apesar de tudo, pelo relato e energia do lugar, quis muito conhecer a medida em que fui lendo.

Não estive ainda em New York, mas a descrição de ‘solidão respeitada’ na cidade também me atraiu. Acredito que quando viajo, é exatamente o que busco: me bastar e procurar interpretar e explorar a cidade na minha introspecção e silêncio. Com certeza seria um bom destino a se considerar para a próxima viagem.

E o que mais me definiu, veio apenas na última frase do livro: por mais que viajemos o mundo, a sensação de que ‘aqui é o meu lugar’ quando se está entre os seus, na sua casa, na sua cultura e costumes, é a melhor de todas. “Decidi que meu lugar no mundo é aqui mesmo’!

Um livro encorajador, pessoal, de leitura fluída e tranquila. Estou muito feliz de poder dizer que foi o primeiro livro que consegui terminar em 2016 (antes tarde do que nunca!) e recomendo com certeza à todas as viajantes que já desbravam o mundo ou que ainda não concretizaram seus planos. LEIA E VÁ!

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