Porto de Galinhas, Maragogi e Recife

Texto e fotos por: Jean Paul

Oiii! Eu me chamo Jean, sou estudante de Turismo, estagiário da Paineiras Corcovado e, ao mesmo tempo, agente de viagens home office (segue lá no insta @jeanpaul.agentedeviagens). Como já deu pra perceber, sou um apaixonado por viagens! Além de trabalhar com turismo, também amo viajar e já fiz algumas viagens por aí, mas a mais recente foi a Porto de Galinhas-PE e, por isso, resolvi contribuir um pouquinho com o blog parceiro Livre Embarque e contar pra vocês como foi essa experiência.

Como já disse, sou agente de viagens e, portanto, eu mesmo montei meu pacote usando uma das operadoras às quais tenho acesso. A viagem foi no período de 02 a 07 de janeiro de 2017 e estava com meus familiares, um total de 7 pessoas comigo incluso. Ficamos hospedados na Pousada São Francisco de Assis, bem próxima ao centrinho da Vila de Porto de Galinhas, que fica a 50km de distância do aeroporto de Recife, no estado de Pernambuco. A pousada é bem simples, mas muito limpa, bem localizada, tem uma piscina pequena que dá pra aproveitar no final do dia (já que o melhor de viajar é passear e não ficar enfurnado na pousada, né?! rs) e, também, tem funcionários muito prestativos e simpáticos. Além disso, o café da manhã é bem gostoso e conta com pães, bolos, frutas e salada de fruta e ainda tapioca feita na hora (delícia!)

Por estar em grupo, decidimos já incluir os traslados e passeios no nosso pacote. No dia de chegada, não foi feito nenhum passeio, apenas deixamos nossas malas na pousada e fomos conhecer, a pé mesmo já que é bem próximo, a vila de Porto de Galinhas. Como já era início da noite, resolvemos jantar no restaurante Porto Bello e ficamos deliciados! A refeição à la carte é muito bem servida e saborosa, além de ter preço justo. Os funcionários do restaurante são muito simpáticos e nos atenderam super bem. Depois, fomos caminhar um pouco e conhecer algumas lojas da vila, que contam com artesanatos, roupas, calçados, itens de decoração, além de muitos outros restaurantes, redes de fast food, hamburguerias etc.

No dia seguinte, fomos conhecer a Praia dos Carneiros, de águas quentes e tranquilas e que tem como principal atração a Capela de São Benedito, construída no século XVIII. O passeio pela orla da praia é feito com catamarã, que nos leva até um ponto onde se é possível utilizar argila para limpeza de pele. O catamarã já estava incluso no pacote. O ponto de apoio ao turista é no restaurante Bora Bora, onde se come muito bem e se pode tomar banho de mar, além de se banhar no chuveiro de água doce.

No terceiro dia, fomos conhecer Maragogi que, apesar de pertencer ao estado de Alagoas, fica mais próxima de Porto de Galinhas (100km de distância) do que Maceió (130km de distância). Maragogi é belíssima, a água é quente, calma e super transparente. Neste passeio, o ponto de apoio é o restaurante Pontal do Maragogi, de onde se toma o catamarã (não incluso no pacote e que custa R$50,00 por pessoa) para as piscinas naturais que se formam afastadas da costa. No próprio catamarã é oferecido a opção de mergulho; nesta viagem, optamos por não fazer o mergulho, porque a água não estava tão transparente quanto é possível ficar, mas a região de mergulho é um pouco mais afastada das piscinas naturais e o valor é de R$150,00 por pessoa.

Nosso quarto dia foi de passeio à Recife e Olinda. Neste passeio, conhecemos os principais pontos turísticos das duas cidades: Marco Zero, Praia de Boa Viagem, Museu de Frevo, Museu dos Bonecos de Olinda, Centro de Artesanato de Olinda, a Casa da Cultura e uma cachaçaria que não lembro o nome (eu nem bebo, então foi mega inútil essa visita haha). O dia estava muito quente na cidade e, como estávamos mais a fim de tomar banho nas piscinas naturais e de água quente (diferentemente do Rio de Janeiro, onde moro) acabamos ficando um pouco entediados e cansados. Mas o passeio foi cortesia e, por isso, decidimos ir mesmo assim. Não nos surpreendemos com nada do que vimos: a cidade tem seus problemas como todas as outras, os artesanatos encontrados são os mesmos que encontramos em outras cidades (eita, globalização!) e o guia era muito chato e parecia estar de saco cheio. No fim das contas, achamos o passeio desnecessário e, por isso, não indico àqueles que estejam com uma vibe mais de praia e ar livre, mas, no todo, a vista de Olinda é linda.

No dia seguinte, optamos por fazer um passeio de 6h de bugue, este não estava incluso no pacote e adquirimos o passeio com uma agência local indicada pela pousada. Negociamos e fechamos por R$200,00 cada bugue, pois como estávamos em 7 pessoas, necessitávamos de dois. Este passeio passa pelas principais praias de Ipojuca, município onde se localiza a Vila de Porto de Galinhas. Começamos na Praia de Muro Alto, que tem uma barreira de corais que forma uma imensa piscina de água morna. Passamos boa parte do tempo nessa praia, pois é a melhor para se banhar já que a água é tranquila. Aproveitamos para fazer stand-up paddle, que custou R$40,00 durante 1h. Em seguida, fomos para a Praia do Cupe que também é belíssima. Lá a água estava mais transparente e conseguimos alugar um snorkel por R$10,00 durante 1h e pudemos ver e tirar foto com os peixinhos em baixo d’água. Fechamos este passeio no Pontal de Maracaípe, onde assistimos ao por do sol, um belíssimo espetáculo da natureza, que se põe atrás dos coqueirais típicos da região.

Porto de Galinhas é uma típica vila do interior, às 22h o comércio todo fecha e todos se recolhem às suas casas, a vida é tranquila e muitos comércios estão anexos às residências. Infelizmente, não conseguimos aproveitar a praia de Porto de Galinhas e suas piscinas naturais, pois a maré estava alta, mas mesmo assim a viagem valeu muito à pena, pois conhecemos tantos outros lugares paradisíacos. Porém, o melhor é ficar de olho na tábua de marés e nas fases da lua (lua nova é a melhor época, pois a maré está mais baixa). Além disso, fique atento à sazonalidade: a alta temporada vai de dezembro a março, quando as temperaturas são mais elevadas e chove menos.

De modo geral, a viagem foi sem dores de cabeça, econômica (o pacote saiu em torno de R$1.500,00 por pessoa e os gastos lá foram somente com alimentação, algumas lembrancinhas e o passeio de bugue e alguns outros passeios e equipamentos já citados) e muito especial. Os paraísos visitados ficarão para sempre na minha memória e foi muito bom tê-los aproveitado com meus familiares que amo demais!

Aos que se interessarem em conhecer esse lugar mágico que é Porto de Galinhas, é só me encontrar através das redes sociais (facebook.com/jeanpaul.agentedeviagens e instagram @jeanpaul.agentedeviagens) e entrar em contato pelos meios disponíveis nas plataformas.



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O açúcar não é mais doce na Carlos Bakery

carlos bakery

Texto e fotos por: Larissa Louro

Aberta desde o dia 07 de dezembro do ano passado, a tão famosa confeitaria do Cake Boss mantém um ritmo intenso. Visitamos a loja neste sábado, 08 de abril, e encontramos a fila nos muros da Bela Cintra. Como toda loja gringa que aterrissa em solo brasileiro com certa fama, a confeitaria do Buddy Valastro vem cheia de expectativas e rumores. Fomos até lá conferir e o resultado decepciona um pouco.

A começar por aspectos físicos, a loja é pequena, sem mesas, sem conforto e pouco climatizada. Por ser uma confeitaria, os doces precisam de temperaturas amenas, mas não sentimos aquele friozinho gostoso do ar condicionado, apenas o ar quente do tumulto de pessoas tentando enxergar a vitrine de doces.

A decoração fica em uns poucos adesivos que remetem às lojas americanas, muitos (muitos) souvenirs a vista, como camisetas, domãs, squeezes e canecas. Além dos maravilhosos bolos confeitados expostos.

carlos bakery

carlos bakery

Após uma fila de 25 minutos imaginando qual doce iríamos escolher, chegamos ao balcão de pedidos. Primeira dica ao navegante de primeira viagem na Carlos Bakery: Antes de chegar ali, vá até a vitrine de doces e escolha com calma o seu. Quando a atendente questiona qual o doce, você tem alguns segundos para responder, sendo que o menu fica distante da abordagem, os próximos clientes pressionam sua escolha e a atendente não é exatamente paciente ou simpática para recomendar algo ou listar os sabores de tower cakes disponíveis.

Segunda dica: Vá com tempo, com um livro, com fones de ouvido ou qualquer coisa para se distrair. Após a primeira fila, aguardamos com uma senha até que o caixa chamasse para o pagamento e retirada da compra. Este segundo momento levou mais 20 minutos de nossa ansiedade.

Vamos ressaltar aqui que os preços não são amigáveis. Vá preparado. Optamos por um Cannoli de Chocolate e uma Tower Cake de Oreo, com uma água para acompanhar e o valor da brincadeira saiu em R$ 36,00.

Para as formiguinhas de plantão um alerta: diminua suas expectativas. Para ter uma boa base da qualidade escolhemos dois dos doces mais tradicionais da casa. O Cannoli, de fato, é uma delicia, porém não vai além da curva. A massa é crocante como propõe a receita, o chocolate é não é cobertura, ou seja, não é daqueles que amarram a boca e o creme, apesar de não ter a textura esperada, estava geladinho. Num todo, o doce é gostoso, mas enjoativo. Quanto a Tower Cake, apesar do preço, o doce compensa. O creme tinha a cremosidade ideal e o bolo estava bem molhadinho!

A visita é encerrada com um Buddy Valastro em tamanho – quase – real na porta, para quela tradicional selfie com o Cake Boss. Apesar dos altos preços, demora e atendimento que deixou a desejar, vale a experiência na confeitaria mais queridinha do momento.



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Museu do Futebol – SP

A vida tá corrida, tá dificil vir aqui postar, mas não poderia deixar de registrar por aqui e contar pra vocês como foi minha visita ao Museu do Futebol, em São Paulo. É literalmente uma vergonha eu nunca ter ido nesse museu, já que moro bem pertinho do Pacaembu. Já estive por lá várias vezes para assistir jogos, mas não tinha feito a visita obrigatória ao Museu do Futebol.

Os criadores aproveitaram muito bem os espaços abaixo da arquibancada ao criarem o museu. Logo na entrada você já se depara com inúmeros cartazes e bandeiras relacionadas ao esporte. Se você ama futebol, o lugar é rico em detalhes e muita história. Reserve umas 2 horas para conferir tudo de perto e abra bem o olho, porque lá dentro é escurinho!

Com várias atrações multimídia, você encontra a história do estádio, o crescimento do futebol masculino e o feminino, histórias de jogadores importantes para o futebol brasileiro, enfim. É uma verdadeira relíquia que você DEVE conferir de perto. Curti bastante e confesso que é muito melhor do que o Museu do Pelé, que contei anteriormente pra vocês.

Vejam as fotos agora mas agendem a visita ao Museu do Futebol o quanto antes!



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